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CÂNTICO DA SALVAÇÃO
 

 

Cruz de Jesus. Eis a cruz do meu Senhor.

Cordeiro Imolado, por nós tão injustiçado;

Blasfemado e injuriado, suas chagas tão abertas;

Inocente e castigado, o pecador salva e liberta.

 

Cruz de Jesus. Eis a cruz do meu Senhor.

Seu sangue derramado, lava a terra do pecado.

Sente sede e dor o crucificado. Pergunta ao Pai por que o abandonou.

Salva e cura o ladrão e pecador do lado;

Faz perdoar, enche de amor.

 

Cruz de Jesus. Eis a cruz do meu Senhor.

Está Jesus suspirando em agonia.

Faz Maria nossa mãe. Faz-nos João aos pés da cruz.

Diz “Tudo foi consumado” e ao Pai entrega o seu Espírito.

Morre cheio de amor e paz. Por fim a lança abre o seu coração.

Então, de seu lado aberto, jorram sangue, água e perdão.

 

Cruz de Jesus. Eis a cruz do meu senhor.

Eis o senhor, morto aos braços de sua mãe.

A mesma que o amamentou o sepulta.

Sepultado com Ele estão nossos pecados.

Mas qual surpresa! No terceiro dia ressuscitou!

O Senhor Jesus voltou!

 

Senhor Jesus. Vive e reina o meu Senhor.

Sobe ao céu o Salvador. Onde, a direita do Pai, está sentado.

Julga os mortos com justiça. Seu cetro é de misericórdia.

Sopra o Espírito Santo sobre a Igreja.

Mas se esconde sob o véu do sacramento.

Para revelar o pensamento dos homens. Revelar o que cada coração deseja, se o Paraíso eterno ou o inferno.

 

Eis a prova do seu amor por nós: a redenção propiciatória do seu sacrifício perpétuo na missa. O mesmo sacrifício do Lenho da Santa Cruz.

E como Fernando de Lisboa, o mesmo Santo Antônio de Pádua, insista nessa boa premissa, contra o mal como uma espada:

“Eis a cruz do meu Senhor! Fugi potências hostis!

O Leão da Tribo de Judá e Raiz de Davi venceu! Aleluia! Aleluia! Aleluia!”...

autor: Luiz P. Pinto
         

 

 
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